Presidente dos encarnados diz ser apologista da continuidade nos projetos
Bruno Lage informou na sala de imprensa da Luz, ainda antes de a sua saída ser anunciada, que o Benfica não lhe precisaria de pagar mais, numa indicação ao remanescente do contrato vigente até 2026. No entanto, o técnico setubalense tem outras condições para assinar a rescisão e assim deixar de estar ligado contratualmente ao clube da Luz.
Desde logo, Bruno Lage não quer ter uma cláusula de confidencialidade, como costuma suceder nestes casos. O treinador quer, portanto, ser livre para falar sobre o tempo que esteve na Luz, nesta segunda passagem. O entendimento do técnico é que, prescindindo de 80% dos vencimentos a que teria direito, não fará sentido ficar condicionado por essa cláusula.
Para além disso, há uma série de pagamentos que Lage quer ver garantidos: o salário de setembro e o prémio pela qualificação europeia. Isto no que respeita apenas ao treinador principal, pois, como líder da equipa técnica, Bruno Lage quer que aos seus adjuntos seja paga a indemnização correspondente ao remanescente do contrato assinado com o Benfica.
E por isso, para os adjuntos aceita-se a manutenção da cláusula de confidencialidade prevista pelo Benfica.
Contexto
Do lado do clube da Luz, a ideia será fechar o dossiê de Lage antes de anunciar José Mourinho. Esse é o cenário ideal, mas não significa que venha a suceder, nem sequer será impeditivo de apresentar o novo treinador, o que deve acontecer ainda nesta quinta-feira.
