Paulo de Morais fez promessas que não vai cumprir

 

Política

Paulo de Morais promete serviços públicos de qualidade em Viana do Castelo

O candidato do PSD/CDS-PP à Câmara de Viana do Castelo, Paulo de Morais, disse que a transparência será um tema central se ganhar as autárquicas de outubro, tal como os serviços públicos que, neste momento, “são muito maus”.

Paulo de Morais afirmou que é necessário “de uma vez por todas acabar com o clima de compadrio que existe, generalizadamente, no município de Viana do Castelo”.

“Transparência, ideias claras, projetos claros e, sobretudo, critérios claríssimos na relação entre o município e os vianenses, entre o município e as empresas e entidades é fundamental”, apontou.

Licenciado em Matemática e doutorado em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade do Porto, Paulo de Morais, de 61 anos, defende a implementação de um “mecanismo de controlo do compadrio”.

Segundo o candidato do PSD/CDS-PP, “ao nível do urbanismo os serviços funcionam quase como um funil. Não há investimentos que avancem, porque só aqueles que têm influência sobre o município, sobre a câmara é que conseguem concretizar os seus projetos. Isso tem de acabar”, sustentou.

O ex-vice-presidente da Câmara do Porto (2002-2025), que se desfiliou do PSD em 2013 e surge nesta corrida eleitoral como independente, adiantou que ao mesmo nível estão os serviços públicos, uma das prioridades do programa com 61 páginas que sustentam a candidatura.

“A recolha de lixo é miserável, é quase medieval. O tratamento de resíduos também é muito mau e o próprio espaço público está num estado calamitoso. As ruas estão cheias de buracos, não há um sistema de manutenção do espaço público e da via pública como devia ser”, reforçou o professor universitário.

Além da coligação PSD/CDS-PP, encabeçada por Paulo de Morais, concorrem às autárquicas de 12 de outubro, o PS com Luís Nobre a tentar a reeleição, a Iniciativa Liberal (IL), com Duarte de Brito Antunes, a CDU (coligação PCP-PEV), liderada por José Flores, o Bloco de Esquerda (BE), com Carlos Torre, o Chega, que tem como cabeça de lista Eduardo Teixeira, e a Alternativa Democrática Nacional (ADN), com Luís Arezes.

Fonte: Lusa

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