Miguel Bravo foi condenado na segunda-feira, dia 8 de junho, a quatro anos e meio de prisão com pena suspensa, após decisão do Tribunal de Évora.
O cantor encontrava-se acusado de crimes de abuso sexual de menores e pornografia de menores agravada, tendo o tribunal considerado provados todos os factos constantes da acusação.
Segundo informação avançada pelo Jornal de Notícias, o arguido confessou integralmente os crimes durante o julgamento, o que foi considerado pelo coletivo de juízes na decisão final.
Na altura dos factos, as vítimas tinham 13 e 15 anos, sendo o cantor condenado também ao pagamento de indemnização a uma das vítimas e à proibição de contacto com menores durante cinco anos.
O caso tem gerado forte repercussão pública e continua a ser acompanhado por diferentes meios de comunicação nacionais.
